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Caros
amigos,
Sempre
que quisermos entrar em contato com alguém
do mundo espiritual, é preciso duas coisas:
a elevação necessária para que
se possa simplesmente enxergar esse ser; e que o espírito
presente seja um ente iluminado.
Sim, porque ver seres de baixa espiritualidade os
vemos aqui na Terra simplesmente, diuturnamente.
Quando Jesus esteve entre nós em corpo, precisou
Ele baixar sua luz, ou seja, adaptar-se a esse mundo
estranho, um mundo precário e sofrido, posto
que, pelo contrário, Ele não seria visto.
Em seguida, usou dos apóstolos e de Paulo para
prosseguir divulgando a Palavra da Salvação,
pois este estavam à disposição,
encarnados em seus corpos.
É inerente a todos nós a luz. Acontece
que uns as acedem mais rápido, outros demoram
em tropeços e erros.
Alcançar a luz plena é o objetivo de
todos. Deus assim o quer.
Ter um espírito de luz ao nosso lado é
desejo de todos, como se esse entre nós ladeando
fosse a fonte de inspiração para o futuro.
Um espírito-de-luz alcançou a iluminação
através de muito trabalho, luta pelo bem e
aprendizado constante. Não é à
toa que este se encontra nesse estado.
Não existem facilidades nem espíritos
escolhidos por Deus para nascer na luz sem esforço
ou merecimento. Fosse assim, Deus não seria
justo. Estaria Ele trabalhando em favor dos “escolhidos”
em detrimento dos demais.
Foi para que o homem entendesse como funciona Sua
lei que Deus enviou Jesus.
Jesus é o mais iluminados dos seres terrenos,
não sem merecimento nem por mágica.
Ele é nosso “irmão mais velho”:
experiente, caridoso, sábio, porque chegou
a esse estágio trabalhando muito tempo por
todos os filhos de Deus.
É por isso que Ele afirmava que nós
éramos todos seus irmãos.
E pedia insistentemente a Deus que perdoasse àqueles
que não sabem o que fazem.
Contudo Ele deixou a glória de Suas Palavras
para a Humanidade.
É tempo de compreendê-las.
É tempo de senti-las.
Um abraço.
Mensagem
psicografada, recebida pelo Grupo Amor e Caridade
em 17 de março de 2009, no Centro Espírita
Amor e Caridade
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